segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Converse com alguém sobre segurança e logo verá que muitos já tiveram a desagradável experiência de terem sido roubados de alguma forma. Veja que não estamos falando de segurança pessoal que envolveria assaltos e outros tipos de ocorrência que acontecem em áreas públicas, mas de segurança patrimonial e obviamente da segurança física oriunda desta.
O interessante é que, ao passo que há um aumento do poder aquisitivo da população e em face ao aumento da necessidade de segurança, uma vez que cada vez mais pessoas tem algum tipo de patrimônio a proteger, a área de segurança patrimonial passa a se tornar mais convidativa para uma maior parcela de pessoas/empresas que dela fazem o seu meio de subsistência.
Existe um nicho de mercado que normalmente não é preenchido pelas empresas maiores de vido ao “aparente” baixo retorno econômico, sendo que elas têm despesas com uma série de obrigações, entre elas com pagamento de empregados habilitados, o pagamento de débitos fiscais, etc. Esse fator tem menor impacto entre os instaladores autônomos e também entre as microempresas que obviamente tem menores despesas e, portanto, podem ter uma maior faixa de lucro e rentabilidade viável.
Isso, é claro, também mostra a necessidade de um profissional técnico específico que reúna condições e conhecimento (relativamente simples, porém bastante direcionados) que desejem trabalhar nessa área. Como sempre tive dificuldades para obter informações específicas com relação a esses produtos pretendo aqui disponibilizar ao longo do tempo algumas informações básicas à respeito da montagem de alguns equipamentos de segurança que adquiri ora de forma autodidata, ora na prática de campo na instalação desses produtos.
È claro que há informações disponíveis como orientações técnicas disponibilizadas pelas próprias empresas fabricante de tais equipamentos além de cursos específicos, também patrocinado por elas, mas cuja linguagem nem sempre são suficientemente acessíveis a pessoas que se aventuram por esses caminhos, principalmente talvez àqueles adeptos do “faça-você-mesmo” quer por necessidade ou prazer.  

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